Em 1935, o cientista de foguetes alemão e autor de ficção científica Willy Ley fugiu da Alemanha Nazista e foi para os Estados Unidos. Em um artigo publicado dois anos mais tarde, ele mencionou que havia um grupo chamado Wahrheitsgesellschaft (Sociedade pela Verdade) que se formou para procurar a existência da Sociedade do Vril, a fim de construir uma máquina de movimento perpétuo, entre outros objetivos mencionados no artigo. Com base na menção de Ley sobre o grupo, outros pesquisadores começaram a fazer afirmações de que uma verdadeira Sociedade Vril existia na Alemanha, tendo se mantido desde antes a depois da Segunda Guerra Mundial.
Nesta 3° Parte, da qual rebusco as teorias mais absurdas, dignas de uma ficção bem elaborada, nos entretemos com a Sociedade Vril. Certamente você já deve ter ouvido falar sobre a Sociedade Vril, que é um tema problemático nos dias de hoje: de um lado por conta da ausência de provas autênticas de que a sociedade tenha de fato existido e, por outro lado, por haver uma abundância de pessoas e relatos da época que afirmam que a sociedade era real.
Não obstante que existe uma certa confusão quanto ao nome. Tanto a sociedade Thule quanto o Vril eram pertencente a mesma raiz Nazista, alguns consideram que tanto uma quanto a outra eram a mesma sociedade, não é incomum encontrar ambos os nomes juntos (Sociedade Vril-Thule).