terça-feira, 4 de junho de 2019

Enciclopédia das Lendas Urbanas: O Amigo Imaginário.

Um amigo imaginário é um fenômeno social, caracterizado por uma pessoa, um animal ou qualquer outra criatura inventada, geralmente por crianças, com comportamento e personalidade elaborada.

O fenômeno, em geral, é normal, pode ser observado em crianças saudáveis e ajudar no desenvolvimento cognitivo, como na linguagem e criatividade. Estima-se que até 25% das crianças primogênitas possam ter amigos imaginários.

É um tipo de personagem comum na ficção, o desenho A Mansão Foster para Amigos Imaginários trata de crianças que não os querem mais.

Contudo eles ão são temas de peças açucaradas. Também compõe contos de terror, como abaixo.

A Lenda do Amigo Imaginário.

Havia um casal com uma linda filha que chamava Lislley. Um dia por causa dos problemas que o casal tinha, a mãe de Lislley suicidou-se e o pai teve de abandonar a casa com a filha para uma no meio de uma floresta. Lislley estava traumatizada porque assistiu à morte da mãe. Nessa nova casa, mesmo indo à escola a uns quilômetros de distância, ela não fazia amigos e sentia-se sozinha. Então arranjou um amigo imaginário que se chamava Charlie. Ela adorava brincar com ele. Mas esse seu amigo fazia com que a menina fizesse maldades e se ela não fizesse aquilo que ele queria, ele matava-a.

O pai ralhava muito com ela. Só que a menina só dizia: Foi o Charlie. Um dia o pai decidiu leva-la a um psicólogo ajudar a filha mas Charlie fez com que Lislley o mata-se. O pai tentava fazer tudo o que era possível para ajudar a filha mas não acreditava nela. Certo dia, o pai de Lislley começou a simpatizar com uma senhora que tinha uma filha da mesma idade de Lislley e a filha dela chamava-se Rose. Um dia ele levou a nova amiga e a sua filha Rose para jantarem na sua casa e também para Lislley brincar com Rose. Mas o Charlie não estava de acordo e fez com que Lisa estragasse a boneca de Rose, que se pois a chorar.

O pai de Lislley contou para a mãe de Rose sobre o tal amigo imaginário da filha, fazendo com que ela tentasse convence-la de que Charlie não existia. Porém Charlie não gostou nada disso e fez com que Lisa empurrasse a mulher para fora da janela a matando. O pai já estava desesperado e disposto a abandonar a casa e Lislley começava a chorar e a dizer que quem fazia todas estas maldades era o seu amigo e não ela, pois ele é que a obrigava. Até que ela implorou:

"Não deixe que ele volte a brincar comigo. Eu não gosto mais do Charlie. Por favor, mande ele embora."

E o pai disse:

"Se ele não vai embora, nós vamos." Então eles resolveram deixar a casa.

No dia seguinte, o "Charlie" entrou no corpo do pai de Lislley. Pelo comportamento do seu pai, Lislley já sabia que era Charlie. "Agora, vamos matar mais gente e brincar juntos para sempre!" Disse Charlie. Lislley ligou desesperadamente pra uma amiga de seu pai, e só ela conseguiu leva-la daquela casa, para se livrar do Charlie. Porém só se livraram dele matando o pai de Lislley, que acabou indo viver com a amiga que a tinha salvado.

Mas quem era o Charlie?

Reza a lenda que Charlie era na realidade o fantasma do menino que viveu naquela casa e que morreu junto com os pais por alguém que os assassinou. Hoje ele mata as pessoas que param naquela casa pois procura vingança naquele que o matou, e aos seus pais também.

Caso de Preocupação Maior.

Quando as crianças entram neste mundo de fantasia e imaginação, os pais só têm razão para se preocupar se o filho se apega ao seu amigo imaginário de tal forma que o impede de cumprir suas tarefas diárias e compromissos, ou que seu filho não quer ter amigos de verdade para brincar e interagir. Além disso, se eles perceberem que a criança se tornou retraída ou adquiriu comportamento agressivo por causa de um amigo imaginário violento e falar com ele e se comportar como se fosse real, eles devem procurar ajuda e apoio de um especialista. Situações como essas podem gerar outros problemas.

Pensamentos Positivos.

Quanto ao resto, não há motivos para ficar alarmado. A criança não sofre de problemas mentais, nem vive em situações sobrenaturais. A criança é saudável. Da mesma forma que amigos imaginários chegam, eles desaparecem e desaparecem com o tempo. É um estágio que geralmente termina por volta dos 11 anos de idade, quando a criança desenvolveu muito as funções da linguagem e da lógica, assim como a memória e a inteligência e também soube diferenciar o que é a Fantasia da Realidade.

Muitas observações foram feitas ao fenômeno do amigo imaginário. Alguns dizem que apenas as crianças, que só vivem com adultos, são as que têm mais probabilidade de ter amigos imaginários e as usam para preencher essa lacuna social. Outros dizem que o fenômeno ocorre normalmente nas crianças mais sensíveis, com maior imaginação e fantasia. E há quem diga que as crianças que na infância têm amigos imaginários, podem se tornar artistas na idade adulta.

Esse fenômeno também ocorre no início da adolescência, em jovens que sofrem rejeição ou discriminação, como forma de reduzir o desconforto causado por essa situação e o sentimento de solidão.

Fontes.                                                                                                                                            074 de 186

https://pt.wikipedia.org/wiki/Amigo_imagin%C3%A1rio

http://underworldgb.blogspot.com/2013/02/lendas-urbanas-o-amigo-imaginario.html

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