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| A única foto que encontrei ligada ao caso. |
Depois trabalhou em um banco inglês, como guarda-livros, que era como então se designavam os contadores. Em seguida, foi contratado por outra casa comercial, também na 25 de Março, cujo dono era Elias Farhat, de quem ficou amigo. Foi a Beirute visitar o pai e, após voltar a São Paulo, tornou a viajar, dessa vez para Paris, a fim de providenciar mercadorias para o estabelecimento que pretendia abrir com José Farhat, irmão de Elias.
Os imigrantes sírios que aportavam entre nós eram chamados de turcos, uma vez que entravam no país com passaporte do Império Otomano.




